A morte me fez querer viver no éter

As incursões através da poesia de Hilda Hilst são tão espontaneamente profundas e íntimas que, talvez (um talvez remoto, inseguro e bastante vacilante), o artifício de posicioná-la em estereótipos seja causador de um afastamento substancial da sua poética, muito maior que a aproximação outrora imaginada por qualquer um que se proponha a rotulá-la ou à... Continuar Lendo →

O corpo de Hilda em constante estado de dúvida

A associação do “limite da linguagem” — e consequente vivência — ao lugar convencionado como natural dentro da poética hilstiana é uma saída plausível para espaçamentos dialógicos e dialéticos apresentados por uma obra que evoca muito do íntimo sem que haja, necessariamente, uma descoberta ou um reconhecimento da plenitude do ser. Para além da pretensa... Continuar Lendo →

BK’ – Castelos e ruínas

Por Caio Lima Uma das principais, senão a principal, funções da arte é emocionar. E emocionar não é fazer chorar, apenas. Acho que o Guardião das Palavras, que vive no Vale das Palavras, deve chorar toda vez que vê um vocábulo tão bonito ser reduzido a algo tão superficial. E o pior, os considerados literatos,... Continuar Lendo →

Anna Akhmátova – Antologia Poética

Por Caio Lima Eu estava meio chateado com o mês russo. Não pelo fato de fazê-lo, de forma alguma. Mas eu pesquisei tanta coisa diferente para tentar fazer um apanhado da literatura russa como forma de resistência e, ainda assim, alguns pontos me pareciam meio soltos. Fica um vazio chato pra caramba. Eis que eu,... Continuar Lendo →

Nathalie Quintane – Começo

Por Caio Lima Tem poesia que é tão poética que não dá pra entender nada, né? São várias referências particulares, vindas de uma cabeça completamente avoada e que um ou dois conhecem 20% das referências ali porque estudaram muita crítica literária, destrincharam as obras da pessoa, leram biografias e toda obra de apoio possível e... Continuar Lendo →

Michel Deguy – A Rosa das Línguas

Por Caio Lima Se você nunca leu Michel Deguy na vida, não passe mais tempo sem ler. O cara é sublime. Mas aqui a gente se arrisca na mariola da peteca e tenta fazer diferente. Então, me diz, por que não resenhar um livro de poesia fazendo uma? Bugou a mente aí? Faz favor e... Continuar Lendo →

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