BK’ – Castelos e ruínas

Por Caio Lima Uma das principais, senão a principal, funções da arte é emocionar. E emocionar não é fazer chorar, apenas. Acho que o Guardião das Palavras, que vive no Vale das Palavras, deve chorar toda vez que vê um vocábulo tão bonito ser reduzido a algo tão superficial. E o pior, os considerados literatos,... Continue lendo →

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Ainda bem que não definem – Um tratado sobre lírica

Por Caio Lima Lírica é uma palavra que vive de extremos dentro do rap. Alguns defendem que todo e qualquer MC deve ser lírico, extremamente poético; outros articulam argumentos defendendo a parte melódica, dizendo que lírica não é o principal numa música, que o certo é ter um compromisso muito mais voltado para o ritmo... Continue lendo →

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Anna Akhmátova – Antologia Poética

Por Caio Lima Eu estava meio chateado com o mês russo. Não pelo fato de fazê-lo, de forma alguma. Mas eu pesquisei tanta coisa diferente para tentar fazer um apanhado da literatura russa como forma de resistência e, ainda assim, alguns pontos me pareciam meio soltos. Fica um vazio chato pra caramba. Eis que eu,... Continue lendo →

Nathalie Quintane – Começo

Por Caio Lima Tem poesia que é tão poética que não dá pra entender nada, né? São várias referências particulares, vindas de uma cabeça completamente avoada e que um ou dois conhecem 20% das referências ali porque estudaram muita crítica literária, destrincharam as obras da pessoa, leram biografias e toda obra de apoio possível e... Continue lendo →

Michel Deguy – A Rosa das Línguas

Por Caio Lima Se você nunca leu Michel Deguy na vida, não passe mais tempo sem ler. O cara é sublime. Mas aqui a gente se arrisca na mariola da peteca e tenta fazer diferente. Então, me diz, por que não resenhar um livro de poesia fazendo uma? Bugou a mente aí? Faz favor e... Continue lendo →

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