O corpo de Hilda em constante estado de dúvida

A associação do “limite da linguagem” — e consequente vivência — ao lugar convencionado como natural dentro da poética hilstiana é uma saída plausível para espaçamentos dialógicos e dialéticos apresentados por uma obra que evoca muito do íntimo sem que haja, necessariamente, uma descoberta ou um reconhecimento da plenitude do ser. Para além da pretensa... Continuar Lendo →

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O natural na poética hilstiana

De tudo o que comove em Hilda Hilst, aglutinando a larga produção poética à constituição permanente da sua personalidade e as páginas escritas à materialização das extensões bem construídas de um corpo que ao envelhecer tenta ser feito eterno, a constante disposição de cenários ideais em conflito direto com as incertezas da existência a empurram... Continuar Lendo →

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