Liev Tolstói – Padre Sérgio

Por Caio Lima O que mais me agrada no Rede de Intrigas é como os textos vão se colocando numa ordem própria, tornando-se algo maior que as resenhas em si. Esses arcos compõem ciclos um tanto quanto semelhantes em essência, mas transparecem uma maturidade maior, talvez. Admito que ainda não sei balancear direito o tanto... Continue lendo →

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Fiódor Dostoiévski – Crime e castigo

Por Caio Lima Há uma espécie de código que rege os grandes clássicos da literatura mundial, o que os torna, até certo ponto, indecifráveis. Todos os leitores, literatos ou não, conseguirão se debruçar em teses razoavelmente sólidas sobre o famigerado livro para garantir um ponto válido de discussão. Porém, não existe um único estudo ou... Continue lendo →

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Leonid Tsípkin – Verão em Baden-Baden

Por Caio Lima A rotina, com seus milhares de tentáculos, nos afasta dos prazeres que a vida oferece. Não rola ir num show terça, porque na quarta você tem que levantar às 5:30 da manhã e encarar trânsito, van, ônibus, trem ou metrô cheios para chegar na escola, faculdade ou trabalho e viver um dia... Continue lendo →

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Thiago Elniño – A rotina do pombo

Por Caio Lima Metaforicamente, o pombo é um ser tão comumente visto que se torna desimportante, logo imperceptível. Quando não um estorvo, motivo de poluição e desconforto. Normalmente fogem quando alguém invade seu espaço. É medo de ser presa, igual seu primo na semana passada. É a visão assustadora de que o seu lugar é... Continue lendo →

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Charles Dickens – Tempos difíceis

Por Caio Lima Depois de uma Flip completamente fora das tendências editoriais das grandes máquinas de cuspir livros brasileiras, dois autores em particular chamaram muito a minha atenção pela literatura que praticam, claro, mas não foi só por isso. Marlon James e Paul Beatty expuseram suas contradições sem vergonha de serem felizes. Mais preocupados em... Continue lendo →

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BK’ – Castelos e ruínas

Por Caio Lima Uma das principais, senão a principal, funções da arte é emocionar. E emocionar não é fazer chorar, apenas. Acho que o Guardião das Palavras, que vive no Vale das Palavras, deve chorar toda vez que vê um vocábulo tão bonito ser reduzido a algo tão superficial. E o pior, os considerados literatos,... Continue lendo →

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Roberto Bolaño – 2666

Por Caio Lima Eu estava observando pela vida afora, e não encontrei muitas resenhas sobre o romance psicodélico de Roberto Bolaño, “2666”. E, curiosamente, a que eu mais gostei foi a mais curtinha e chegou por e-mail, me convencendo a ler Bolaño de uma vez por todas. Eu acho que enxergo uma espécie de urgência e verdade... Continue lendo →

Alfred Jarry – O supermacho

Por Caio Lima Tudo é justificável. Isso não significa que tudo esteja certo, principalmente quando pretendemos falar sobre a regulação de assuntos que são tratados como tabus dentro de uma determinada sociedade num recorte de tempo específico. Boa parte da tratativa desses temas considerados subversivos/progressistas são suprimidos a uma marginalidade completa, até serem redescobertos e... Continue lendo →

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