A morte me fez querer viver no éter

As incursões através da poesia de Hilda Hilst são tão espontaneamente profundas e íntimas que, talvez (um talvez remoto, inseguro e bastante vacilante), o artifício de posicioná-la em estereótipos seja causador de um afastamento substancial da sua poética, muito maior que a aproximação outrora imaginada por qualquer um que se proponha a rotulá-la ou à... Continue lendo →

O corpo de Hilda em constante estado de dúvida

A associação do “limite da linguagem” — e consequente vivência — ao lugar convencionado como natural dentro da poética hilstiana é uma saída plausível para espaçamentos dialógicos e dialéticos apresentados por uma obra que evoca muito do íntimo sem que haja, necessariamente, uma descoberta ou um reconhecimento da plenitude do ser. Para além da pretensa... Continue lendo →

O natural na poética hilstiana

De tudo o que comove em Hilda Hilst, aglutinando a larga produção poética à constituição permanente da sua personalidade e as páginas escritas à materialização das extensões bem construídas de um corpo que ao envelhecer tenta ser feito eterno, a constante disposição de cenários ideais em conflito direto com as incertezas da existência a empurram... Continue lendo →

Charles Dickens – Tempos difíceis

Por Caio Lima Depois de uma Flip completamente fora das tendências editoriais das grandes máquinas de cuspir livros brasileiras, dois autores em particular chamaram muito a minha atenção pela literatura que praticam, claro, mas não foi só por isso. Marlon James e Paul Beatty expuseram suas contradições sem vergonha de serem felizes. Mais preocupados em... Continue lendo →

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