Respostas (Parte 7/7) – Conto “Gigantes”

Sei que você também busca por respostas o tempo todo, Abebe. Todos buscam. É a única que nos trespassa a ponto de juntar-nos numa unidade comum, um emaranhado gigante de pessoas cheias de perguntas, mas carente das respostas – como não poderia deixar de ser. Talvez, o percurso cíclico desse texto lhe traga algumas dessas... Continuar Lendo →

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Sorte (Parte 5/7) – Conto “Gigantes”

À minha maneira, eu acredito na sorte. Coleciono cagadas a vida inteira. Isso não significa que eu não trabalhe duro. Inclusive, acredito que o trabalho duro é capaz de ganhar do talento e/ou da inteligência puros. Pelo espectro fabril e maquinal no qual fomos criados, trabalhar, trabalhar e trabalhar pode ser, sim, mais recompensador que... Continuar Lendo →

Morte (Parte 3/7) – Conto “Gigantes”

A morte não é uma questão metafísica. Esse texto não trata de coisas — coisas, que coisas, porra? — metafísicas. Muitos falam que a morte é, sim, um processo além-vida. E falam demais, acho eu, porque não é. A morte tem os dois pés fincados no que nos é físico, na realidade, na presença diária.... Continuar Lendo →

Nome (Parte 2/7) – Conto “Gigantes”

Como você se relaciona com a sua memória, Abebe? É importante que eu repita seu nome diversas vezes. Quanto mais vezes, melhor. Sempre. De novo. Tem peso o nome. O nome tem o peso da memória. Afinal, seu nome é in memoriam. Uma homenagem. É expressão de um legado impalpável para quem o fez, construiu,... Continuar Lendo →

Vladímir Sorókin – Um mês em Dachau

Por Caio Lima É bem provável que eu tenha sido muito injusto e tenha esquecido de bastante gente boa durante esse mês sobre a literatura russa. Tolstói, Leskov, Tchekhov e Górki são alguns dos caras que eu releguei. Em compensação, elegi a grandiosa Anna Akhmátova, Tynianov, Soljenítsin e Korolenko. Todos sintetizam muito bem a originalidade... Continuar Lendo →

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