Federigo Tozzi – Memórias de um empregado

Por Caio Lima Emprego vem do latim “implicare”, que significa “unir, juntar, enlaçar”. Empregar uma pessoa é envolve-la num interesse comum. O empregado, desta forma, seria uma das engrenagens que move determinado interesse. Engrenagens são elementos de transmissão de potência. Pois bem, se uma engrenagem quebra, a máquina para. Não tem como continuar de forma... Continuar Lendo →

Frederic Manning – Soldados rasos

Por Caio Lima A guerra sempre foi vista com olhos de nobreza. O desenvolvimento do homem e suas virtudes plenas alcançam seu rendimento máximo e ultrapassam os certames comuns para um estado de elevação espiritual e comportamental jamais conquistados. É ali, naquele campo enorme e, ironicamente, claustrofóbico que as raízes dos valores mais nobres e... Continuar Lendo →

Andreas Latzko – Homens em guerra

Por Caio Lima Arte não tem forma. Não existe uma concepção ideal de arte, esteticamente falando. Nem intelectualmente também. Mesmo que você não ache bonito, interessante ou correto, sempre haverá alguém que comprará a ideia do artista e, ainda bem, não podemos fazer nada a respeito disso. A literatura, como manifestação artística, também tem seus... Continuar Lendo →

Deixem os robôs para as fábricas

Por Caio Lima Eu, às voltas com minhas leituras amontoadas, vivo inventando projetos literários e deixando pronto um arsenal de resenhas para o blog. Sabe como é, né? Vai que rola uma semana corrida, tudo dá errado e, de repente, o blog fica lá, às moscas. Isso não é legal. Eu levo essa parada muito... Continuar Lendo →

Vladimir Korolenko – Em má companhia

Por Caio Lima Antes de qualquer coisa, essa semana é meu aniversário. Sábado, para ser mais exato. Eu não ligo muito para datas comemorativas em geral. Nem aniversário, nem Natal, nem Páscoa, nem nada. Mas esse ano, com o Rede de Intrigas, me atrevi a me expor mais sem ganhar absolutamente nada para isso. E... Continuar Lendo →

Vladimir Korolenko – O Músico Cego

Por Caio Lima A literatura russa é uma das três escolas literárias que mais admiro. Um monte de gente fala um monte de coisas sobre os russos: pais da psicologia, obras profundas, reis dos calhamaços, Editora 34 e essas coisas. Para mim, todo o movimento literário russo reside num pilar principal: resistência. Essa palavrinha (que... Continuar Lendo →

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