Fiódor Dostoiévski – Crime e castigo

Por Caio Lima Há uma espécie de código que rege os grandes clássicos da literatura mundial, o que os torna, até certo ponto, indecifráveis. Todos os leitores, literatos ou não, conseguirão se debruçar em teses razoavelmente sólidas sobre o famigerado livro para garantir um ponto válido de discussão. Porém, não existe um único estudo ou... Continuar Lendo →

Ievgueni Zaimátin – Nós

Por Caio Lima Algumas coisas são muito perigosas na literatura: Encaixotar livros em categorias: Sempre aparece aquele autor que faz um “romance de formação-gótico-oitocentista-vitoriano-anglicano-agnóstico” que ninguém consegue refutar, muito menos desclassificar e gera grande desconforto nas cadeiras intelectuais da literatura. É engraçado como no ISBN de alguns livros a classificação é completamente genérica por não... Continuar Lendo →

Leonid Tsípkin – Verão em Baden-Baden

Por Caio Lima A rotina, com seus milhares de tentáculos, nos afasta dos prazeres que a vida oferece. Não rola ir num show terça, porque na quarta você tem que levantar às 5:30 da manhã e encarar trânsito, van, ônibus, trem ou metrô cheios para chegar na escola, faculdade ou trabalho e viver um dia... Continuar Lendo →

Thiago Elniño – A rotina do pombo

Por Caio Lima Metaforicamente, o pombo é um ser tão comumente visto que se torna desimportante, logo imperceptível. Quando não um estorvo, motivo de poluição e desconforto. Normalmente fogem quando alguém invade seu espaço. É medo de ser presa, igual seu primo na semana passada. É a visão assustadora de que o seu lugar é... Continuar Lendo →

Charles Dickens – Tempos difíceis

Por Caio Lima Depois de uma Flip completamente fora das tendências editoriais das grandes máquinas de cuspir livros brasileiras, dois autores em particular chamaram muito a minha atenção pela literatura que praticam, claro, mas não foi só por isso. Marlon James e Paul Beatty expuseram suas contradições sem vergonha de serem felizes. Mais preocupados em... Continuar Lendo →

BK’ – Castelos e ruínas

Por Caio Lima Uma das principais, senão a principal, funções da arte é emocionar. E emocionar não é fazer chorar, apenas. Acho que o Guardião das Palavras, que vive no Vale das Palavras, deve chorar toda vez que vê um vocábulo tão bonito ser reduzido a algo tão superficial. E o pior, os considerados literatos,... Continuar Lendo →

Abasse Ndione – A vida em espiral

Por Caio Lima Muitos defendem que um livro nunca deve ser analisado politicamente. É uma visão purista da literatura e eu até concordo em partes. Acho interessante se apegar apenas à arte. É bonito. Imaginem ter propriedade, tempo e oportunidade de analisar literatura apenas pelo valor literário. Porém, esse não é o caso do Rede... Continuar Lendo →

Raio-X lírico: Marechal

Por Caio Lima Quanto mais se personaliza uma função, mais complexo se torna enxergar suas influências e em como elas atuam dentro do processo criativo. Uma tentativa de análise lírica sobre o Marechal é complicada, são poucas letras e tentar desenvolver em cima do que está escrito é tentar desvendar a pessoa, o que torna... Continuar Lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑