Liev Tolstói – Padre Sérgio

Por Caio Lima O que mais me agrada no Rede de Intrigas é como os textos vão se colocando numa ordem própria, tornando-se algo maior que as resenhas em si. Esses arcos compõem ciclos um tanto quanto semelhantes em essência, mas transparecem uma maturidade maior, talvez. Admito que ainda não sei balancear direito o tanto... Continuar Lendo →

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Fiódor Dostoiévski – Crime e castigo

Por Caio Lima Há uma espécie de código que rege os grandes clássicos da literatura mundial, o que os torna, até certo ponto, indecifráveis. Todos os leitores, literatos ou não, conseguirão se debruçar em teses razoavelmente sólidas sobre o famigerado livro para garantir um ponto válido de discussão. Porém, não existe um único estudo ou... Continuar Lendo →

Ievgueni Zaimátin – Nós

Por Caio Lima Algumas coisas são muito perigosas na literatura: Encaixotar livros em categorias: Sempre aparece aquele autor que faz um “romance de formação-gótico-oitocentista-vitoriano-anglicano-agnóstico” que ninguém consegue refutar, muito menos desclassificar e gera grande desconforto nas cadeiras intelectuais da literatura. É engraçado como no ISBN de alguns livros a classificação é completamente genérica por não... Continuar Lendo →

Leonid Tsípkin – Verão em Baden-Baden

Por Caio Lima A rotina, com seus milhares de tentáculos, nos afasta dos prazeres que a vida oferece. Não rola ir num show terça, porque na quarta você tem que levantar às 5:30 da manhã e encarar trânsito, van, ônibus, trem ou metrô cheios para chegar na escola, faculdade ou trabalho e viver um dia... Continuar Lendo →

Charles Dickens – Tempos difíceis

Por Caio Lima Depois de uma Flip completamente fora das tendências editoriais das grandes máquinas de cuspir livros brasileiras, dois autores em particular chamaram muito a minha atenção pela literatura que praticam, claro, mas não foi só por isso. Marlon James e Paul Beatty expuseram suas contradições sem vergonha de serem felizes. Mais preocupados em... Continuar Lendo →

Abasse Ndione – A vida em espiral

Por Caio Lima Muitos defendem que um livro nunca deve ser analisado politicamente. É uma visão purista da literatura e eu até concordo em partes. Acho interessante se apegar apenas à arte. É bonito. Imaginem ter propriedade, tempo e oportunidade de analisar literatura apenas pelo valor literário. Porém, esse não é o caso do Rede... Continuar Lendo →

Roberto Bolaño – 2666

Por Caio Lima Eu estava observando pela vida afora, e não encontrei muitas resenhas sobre o romance psicodélico de Roberto Bolaño, “2666”. E, curiosamente, a que eu mais gostei foi a mais curtinha e chegou por e-mail, me convencendo a ler Bolaño de uma vez por todas. Eu acho que enxergo uma espécie de urgência e verdade... Continuar Lendo →

Federigo Tozzi – Memórias de um empregado

Por Caio Lima Emprego vem do latim “implicare”, que significa “unir, juntar, enlaçar”. Empregar uma pessoa é envolve-la num interesse comum. O empregado, desta forma, seria uma das engrenagens que move determinado interesse. Engrenagens são elementos de transmissão de potência. Pois bem, se uma engrenagem quebra, a máquina para. Não tem como continuar de forma... Continuar Lendo →

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