Aguarda na Disciplina|FLIP 2016

A FLIP 2016 terminou e agora começa a nossa jornada de posts. Em termos gerais, foi mesmo o que eu havia previsto: mais interação do público, mesas com assuntos encaixados e mais artistas de rua. Claro que o mundo não é perfeito como eu gostaria que fosse e temos aqui algumas dúzias de problemas, mas isso é papo de futuro.

Antes de falar sobre o evento, existe algo muito mais importante que deve ser colocado aqui: com menos de dois meses, o Rede de Intrigas contou com a colaboração de muita gente e a FLIP 2016 foi o extrato disso. Aos que ajudaram com a cobertura do evento, nas ruas, na correria das mesas super distantes, nos imprevistos, nas caronas e quem estava de longe, sempre me atualizando, solicitando e sugerindo. Agradeço aos autores que tiveram a paciência de ouvir, assimilar e contribuir. E agradeço previamente as pessoas que me ajudarão a organizar todo o mundo de materiais e serão meus revisores, analistas e sempre serão companheiros fieis. Repetindo, com menos de dois meses de história o Rede de Intrigas já pode ser considerado um projeto de extremo sucesso ao conseguir envolver por livre e espontânea vontade uma galera comprometida com a arte. A vocês, meus amigos, faltam palavras de agradecimento.

Agora a FLIP. Ah, a FLIP. Foi uma festa diferente, mais humana, mais próxima das pessoas. A opção pela poesia marginal com a cara e a voz de uma mulher encurtou o distanciamento natural que a arte promove entre o receptor e o autor. Foi uma FLIP mais quente e até o clima ajudou.

Claro que alguns erros estruturais aconteceram e serão falados por aqui, porque aqui a gente não tem medo de meter o dedo na ferida. Tem bastante coisa pra falar e todas serão tratadas separadamente e de forma construtiva. Mas a mensagem foi dada e a FLIP, que via um público mais distante ano após ano, conseguiu ver uma aproximação muito clara. Mesmo com uma cidade mais vazia por conta de vários fatores, principalmente a crise, houve um massivo aumento da participação das pessoas. Não houve sensação de vazio em momento algum (a não ser em algumas mesas podres).

Os eventos aconteceram em todas as partes do centro histórico da cidade, então imaginem a correria que foi e o estado dos pés de todos que colaboraram para trazer uma cobertura da forma mais completa possível para vocês. Pois é, mas valeu a pena e o saldo foi extremamente positivo. Não apenas pelo material que coletamos, mas pela satisfação de cada um em estar ali. Valeu o cansaço e agora vem à próxima parte do trabalho, que é passar essa satisfação e o saldo disso tudo para vocês.

Para dar um gostinho do que foi essa FLIP e do que está por vir, rolou cobertura em quinze das vinte mesas da Tenda dos Autores, Casa Folha, Casa Rocco, Casa de Cultura, Casa SESC, lançamento de livro e muita coisa na rua, com os artistas que vieram por conta própria buscar o seu espaço. Passando esse estado letárgico que fica após cinco dias alucinantes, tô vendo que vou ter que escrever pra cacete!

É isso aí, galera. Aguardem na disciplina que tá saindo parada boa com as impressões da FLIP, resenhas exclusivas e muitas novidades do Rede de Intrigas para vocês.

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